Mosteiro de Moreira acolheu concerto do FIOMS
- 9 de fev.
- 2 min de leitura
O Mosteiro de Moreira foi, ontem à tarde, palco de um concerto integrado na 2.ª Temporada do Festival Internacional do Órgão e da Música Sacra (FIOMS), reafirmando-se como um espaço privilegiado para o encontro entre música, património e espiritualidade.
O concerto, que encerrou o ciclo do FIOMS na Maia, contou com a atuação do Ludovice Ensemble, que apresentou o programa “A inesgotável riqueza da música sacra alemã do século XVII”. O repertório proporcionou ao público uma viagem sonora marcada pela profundidade espiritual, pela riqueza harmónica e pela beleza própria da música sacra deste período.
Ludovice Ensemble é um grupo especializado na interpretação de Música Antiga, sediado em Lisboa, e criado em 2004 por Fernando Miguel Jalôto e Joana Amorim, com o objetivo de divulgar o repertório de câmara vocal e instrumental dos séculos XVII e XVIII, através de interpretações historicamente informadas e usando instrumentos antigos.
Num ambiente de grande recolhimento, a música dialogou de forma exemplar com a arquitetura e a acústica do Mosteiro, permitindo uma experiência artística e espiritual única. O órgão de tubos, elemento central do concerto, voltou a assumir o seu papel de destaque enquanto instrumento de valor histórico, litúrgico e cultural.
Este momento cultural integrou-se plenamente na missão do FIOMS, que tem como objetivo valorizar a música sacra e o património religioso, levando concertos de elevada qualidade artística a espaços de grande significado histórico e espiritual do concelho da Maia.
A Paróquia do Divino Salvador de Moreira agradece à organização do FIOMS, aos intérpretes e a todos os que tornaram possível este concerto, bem como ao numeroso público que marcou presença, contribuindo para uma tarde de escuta atenta, contemplação e valorização do nosso património.
Iniciativas como esta reforçam o papel do Mosteiro de Moreira como lugar vivo de cultura, fé e encontro, onde a arte continua a ser caminho de elevação espiritual e de comunhão com a comunidade.











































Comentários