
MOSTEIRO DO DIVINO SALVADOR DE MOREIRA
A notícia mais clara relativa à existência do Mosteiro de S. Salvador data de 1027 e é uma doação feita em benefício da «Sancti Salvatoris Aulam Dei». Mas documentos há que desde 862 falam de «baseliga», «aula», «acistério», etc. Esta seria uma pequena igreja românica, de que aliás há alguns vestígios dispersos, e que com o correr do tempo se teria tornado pequena. Dizem alguns “cronistas” que o primitivo mosteiro teria sido no lugar de Gontão, mas documentos há que parecem provar o contrário. Em 1562 pertencia à Ordem dos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho, ou “Crúzios”, na dependência de Santa Cruz de Coimbra. Em 1584 o prior D. Jorge inicia obras de reconstrução, destinando-lhe 300 mil réis por ano; em 3 de Maio de 1588, é lançada a 1ª pedra da nova Igreja por D. Frei Marcos de Lisboa, bispo do Porto; em 1591 D. Filipe II decide patrocinar as obras; finalmente em 1622 concluem-se os trabalhos e na presença do bispo D. Rodrigo da Cunha e do prior do mosteiro D. Luís dos Anjos faz-se a mudança do Santíssimo da igreja velha para a nova. Em 1695 constroem-se as duas torres. Em 1770 o Marquês de Pombal, receoso do poder dos Cónegos Regrantes em Portugal, e desculpando-se com o desígnio de construir o Convento de Mafra, consegue de Clemente XIV a extinção de nove mosteiros, de entre os quais o de Moreira. Os bens e as rendas das canónicas extintas foram dedicados ao financiamento daquele Convento. A Igreja de Moreira mantém-se ao culto como Igreja Paroquial. O conjunto foi classificado como Monumento de Interesse Público pela Portaria n.º 740-C/2012 de 20 de novembro de 2012.
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